segunda-feira, 29 de setembro de 2008
Ah chega de você, porque fica me pressionando em questões, em dilemas, perguntas que não tem resposta!? Sabe que não terá resultado nenhum, que a racionalidade só me faz sofrer, sofrer por antecedência, por vontade de não sofrer, sofro. Ah, você, que me controla, que me aparta da realidade por preciosos instantes, preciosos momentos que deveria estar vivendo em sentido. Meus beijos, minhas pernas, meu coração estopim, tudo que é meu, tudo que ofereci a outro alguém você quer de volta, pois que naturalmente é seu. Ah, cérebro ingrato, ditador impiedoso que me tem. Me livro de você, fujo nos braços do meu bem e nem sequer me lembrarei da cidade que bebi, só campo e olhar.
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