Me parece que diante de certo e errado, perdemos rápido a desconfiança e abandonamos o barco dos pés para as nuvens, agor, nos olhos molhados.
Do buraco parecemos cada vez mais belos, esquecemos das disputas e de quando nos resumíamos à seres disformes. Ainda iguais.
O rímel continua a derreter quando se chora, e não há roupa que esconda o braço marcado.
Deveríamos desistir desse círculo que volta no mesmo ponto de bala, mas dar a volta, ás vezes, é como esquecer o antigo percurso..e voltamos, os mesmos, com a cabeça disposta, esperando o próximo tiro.
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
domingo, 14 de março de 2010
terça-feira, 2 de março de 2010
São os ares gelados que me fizeram perceber que todo meu caminho sempre foi um só?
Talvez todos nós tenhamos ele bem na nossa frente, esperando, sozinho, pra ser encontrado. Não consigo conter a emoção de finalmente ter descoberto, pra sempre, o eixo que eu tanto esperava. Nunca tive, também, tantas borboletas no estômago e coelhinhos na gargante, todos querendo sair ao mesmo tempo, fazendo barulho na rua, gritando "aqui está!olha bem, memoriza!"
Talvez todos nós tenhamos ele bem na nossa frente, esperando, sozinho, pra ser encontrado. Não consigo conter a emoção de finalmente ter descoberto, pra sempre, o eixo que eu tanto esperava. Nunca tive, também, tantas borboletas no estômago e coelhinhos na gargante, todos querendo sair ao mesmo tempo, fazendo barulho na rua, gritando "aqui está!olha bem, memoriza!"
Assinar:
Postagens (Atom)
