segunda-feira, 28 de julho de 2008

Te amei desde o primeiro gole,o primeiro trago, passei a mão pelos cabelos sujos de sarjeta e corri a lhe oferecer o lado esquerdo da minha cama.

Não ligou pro meu cheiro e minha barba rala, todo aquele ar úmido que pulsava entre nós. Nos encontramos no abandono de nós mesmos, uma ato de urgente salvação. Sem muitas apresentações andamos de cabeça baixa pelas vias urbanas, emplacados em notar se já tinhamos chegado a algum lugar. E chegamos. Minha casa? meu buraco,onde costumo me enfiar pra comer e dormir,ás vezes,logo você também ia fazer o mesmo, e ia se tornar meu buraco também.

Nenhum comentário: